DULCE PONTES

Dulce Pontes (Montijo, 1969) não se pode enquadrar num género ou estilo definitivo, embora seja verdade que foi a pioneira na renovação do fado para as novas gerações em seu segundo álbum 'Lágrimas', em 1993, ou com a sua nova versão de 'Canção do Mar' convertendo-a na canção mais internacional, incluindo Hollywood, do país Lusitano. Artisticamente está mais próxima da escola de José Afonso, como se pode constatar ao longo dos anos, introduzindo em sua música composições próprias ou revisitações de canções de outros músicos nas sonoridades que a tornam identificável: música tradicional Portuguesa, música do mundo, improvisação e classicismo.

 

Dulce Pontes é um estilo em si mesma e, portanto, mais do que uma grande cantora uma das melhores do mundo, é uma artista inimitável que tem a liberdade artística como bandeira e que ao vivo, supera para além de qualquer expectativa, cantando ao piano ou com a sua vanguardista expressão corporal. Em Portugal não existem referências que se aproximem desta mulher multifacetada. Quando assumiu o caminho mais difícil, que foi renunciar a coroa de sucessora de Amália Rodrigues -nunca considerou que lhe pertencía- embarcou num dos discos mais aclamados pelo público e crítica “O Primeiro Canto "(1999), um desafio e auto-afirmação para o seu presente e futuro musical. Conseguiu o prestigioso prémio José Afonso antecessor de outros galardões, como o Luigi Tenco e Maria Carta (Itália), Amigo e Micrófono de Oro (Espanha).

 

Dulce Pontes tem o reconhecimento não só do público e da crítica internacional (Jon Pareles do The New York Times, Phil Gallo em 'Variety'), mas também dos seus companheiros de profissão. Sem dúvida, Ennio Morricone tem sido uma rocha sólida em sua trajectória desde a canção 'A brisa do Coração "(1995) ao album" Focus"(2003) e suas colaborações ao vivo com o Maestro Romano. Mas há que destacar nomes notáveis na categoria de Caetano Veloso, Simone, José Carreras, Joan Manuel Serrat, Wayne Shorter, Trilok Gurtu, Jaques Morelenbaum, Daniela Mercury, George Dalaras, Eleftheria Arvanitaki, Carlos Nuñez, Kepa Junkera , Maria João, Júlio Pereira, Uxía, Estrella Morente (com quem realizou uma turnê conjunta), Jaime Torres, León Gieco e tantos outros que confirmam que a paleta de cores de Dulce Pontes se mescla com naturalidade em todos os cantos do mundo. Deixou a marca da sua arte nos templos mais prestigiados da música: Carnegie Hall (Nova Iorque), Royce Hall (Los Angeles), Teatro Coliseo (Buenos Aires), Mella Theater (Havana), Concertgebouw (Amesterdão) , Barbican e Royal Albert Hall (Londres), Casa da Música (Moscovo), Palau de la Música (Barcelona), Teatro Circo Price (Madrid), Palais des Beaux Arts (Bruxelas), Auditorium Parco della Musica (Roma), Teatro La Fenice (Veneza), Olympia (Paris), Herodes Atticus (Atenas), Sala Palatului (Bucareste), International Forum Hall (Tokyo) e incontáveis audiências para ouvir e contemplar esta Portuguesa universal.

 

Em 2017 estreia o seu novo álbum duplo "Peregrinação" que a levará com a sua banda por diversos países do mundo. Um trabalho artesanal que tem uma matriz Ibérica cantado em Português e Espanhol. Dulce Pontes completou uma obra tão madura e completa como o recordado "O Primeiro Canto". Boa sorte nesta nova
jornada.

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